Cozinha integrada às áreas sociais cresce em reformas no BR

Cozinha integrada à sala vem ganhando espaço em reformas e projetos residenciais no Brasil. Esse modelo amplia o convívio, facilita a circulação e adapta a casa a rotinas que unem preparo de refeições, estudo, trabalho e receber visitantes. Especialistas apontam que a integração exige planejamento técnico, escolha de materiais adequados e fornecedores estruturados para garantir funcionalidade, segurança e organização no dia a dia.
Cozinha integrada às áreas sociais cresce em reformas no BR

A cozinha integrada à área social vem ganhando destaque em reformas e construções no Brasil. A tendência acompanha mudanças no comportamento doméstico e o crescimento de ambientes multifuncionais, nos quais cozinhar, estudar, trabalhar e receber visitas fazem parte da rotina compartilhada de muitos lares.

Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que as configurações dos domicílios brasileiros têm se diversificado, com ampliação das áreas internas e readequação dos espaços sociais. Paralelamente, plataformas de mercado registram aumento na busca por projetos que unem cozinha e sala, especialmente em imóveis urbanos.

Esse movimento dialoga com o conceito internacional de planta aberta (open floor). McKinsey Global Institute mostra que o modelo, consolidado há décadas em países europeus e norte-americanos, vem sendo gradualmente adotado no Brasil, sobretudo por famílias que buscam ambientes flexíveis e adaptáveis às novas dinâmicas domésticas.

Além do aspecto estético, a integração depende de planejamento técnico. A definição do layout e dos elementos técnicos determina como a casa será utilizada no dia a dia. A falta de estudo detalhado pode comprometer conforto térmico, controle de odores, circulação e desempenho dos móveis.

Para a arquiteta Verônica Fraga, especialista em interiores com foco em funcionalidade e bem-estar residencial, a integração influencia tanto a forma de habitar quanto a maneira de cuidar da casa. Segundo ela, o projeto não define apenas o espaço, mas o ritmo da vida cotidiana.

"A cozinha deixa de ser um setor isolado e passa a participar da rotina. Integrar não é abrir um ambiente, é planejar como as pessoas vão conviver, trabalhar e descansar dentro do mesmo espaço", afirma. Fraga destaca que a integração exige coordenação entre obra, materiais e mobiliário. Em sua experiência, a escolha de fornecedores estruturados faz parte do controle técnico, e não apenas da estética.

"Quando o mobiliário é produzido por indústrias com processos consolidados, o projeto não depende de improvisos. Isso garante precisão, prazo e funcionamento real para a família", explica.

Nesse cenário, indústrias consolidadas de móveis planejados ganham relevância no mercado. Entre elas está a Simonetto Grupo Duarte, reconhecida pelo Prêmio Top of Mind de Qualidade – INPEQ (2023 e 2024), que identifica empresas com desempenho industrial e prestação de serviços reconhecidos por clientes e parceiros. A atuação em cadeia produtiva estruturada permite que esses fornecedores atendam múltiplos projetos com padronização, logística organizada e suporte técnico.

O avanço da cozinha integrada no Brasil revela, portanto, um modo de morar alinhado às necessidades de organização, convivência e bem-estar. A arquitetura de interiores passa a traduzir esse cotidiano, considerando que o lar não apenas abriga, mas estrutura a vida que acontece dentro dele.


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