A proposta, encaminhada em regime de urgência, prevê o repasse de até R$ 3 milhões por mês para o setor. Os recursos deverão ser utilizados no custeio das despesas correntes do serviço, que inclui os micro-ônibus conhecidos como "amarelinhos" e o transporte executivo.
A preocupação está relacionada principalmente aos impactos que bloqueios totais ou parciais podem provocar no trânsito e na mobilidade da população que utiliza diariamente a estrutura.