“A operação é planejada de forma contínua e estratégica, com base em dados de monitoramento ambiental. Nosso trabalho é identificar rapidamente as irregularidades e adotar as medidas administrativas necessárias para interromper atividades ilegais e garantir a proteção da floresta”, destacou o gestor.
As aplicações teriam sido feitas entre junho e setembro de 2024 em instituições privadas, com indícios de descumprimento de normas federais. A operação inclui mandados de busca e apreensão e o afastamento de servidores públicos.
Em debate na Frente Parlamentar do Comércio e Serviços, Evair de Melo (PP) afirma que prioridade deveria ser elevar ganhos e reduzir a presença do Estado