As ações fazem parte do trabalho permanente do IMMU voltado ao ordenamento do trânsito, redução de conflitos viários e preservação da fluidez em corredores estratégicos de Manaus, especialmente em áreas classificadas como Zona Máxima de Restrição de Circulação (ZMRC).
Após o ataque, moradores e criminosos da área teriam invadido a residência e capturado o suspeito, identificado como Joabe Oliveira. Ele foi agredido até a morte e teve o corpo deixado em frente à casa onde ocorreu o feminicídio.
Os grupos são investigados por extorsão, agiotagem, homicídios, tortura, sequestro, cárcere privado e lavagem de dinheiro na capital amazonense. Esquema alcançava outros estados do Norte, Sul e Nordeste do país.