Academias passam a reservar vagas para PcDs e idosos após denúncias em Manaus

Segundo o MPAM, 35 das 37 unidades da rede na capital já contam com vagas reservadas para pessoas com deficiência (PcDs) e mobilidade reduzida.
MPAM exige cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão em academias da capital
MPAM exige cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão em academias da capital

Após atuação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), uma rede de academias iniciou adequações para cumprir a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) em Manaus.

Segundo o MPAM, 35 das 37 unidades da rede na capital já contam com vagas reservadas para pessoas com deficiência (PcDs) e mobilidade reduzida.

A medida ocorreu após denúncias sobre a ausência de vagas acessíveis nos estacionamentos das academias. A legislação determina que estacionamentos públicos e privados reservem pelo menos 2% das vagas para PcDs e pessoas com mobilidade reduzida.

O promotor Vítor Moreira da Fonsêca destacou que inclusão e acessibilidade também precisam estar presentes em academias e centros esportivos.

O procedimento segue em andamento até que todas as unidades estejam totalmente adequadas à legislação.


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