Artefatos saqueados: estão espalhados em acervos pelo mundo

Brasil avança no debate sobre a devolução de patrimônios históricos, mas ainda não tem conhecimento sobre a quantidade de artefatos saqueados de seu território.

O movimento de cientistas brasileiros pela repatriação do fóssil Ubirajara jubatus, de pelo menos 110 milhões de anos, se tornou uma bandeira na luta pela devolução de artefatos saqueados do Brasil.

Entre os artefatos de importância histórica, a Europa também deve devolver ao Brasil:

Além disso, o Brasil conquistou um assento em um dos principais comitês internacionais da ONU, que garante o cumprimento da convenção de 1970 da Unesco.

“Uma das intenções do Brasil é ampliar a lista de itens protegidos para incluir os fósseis que não são inventariados”, explica a repórter do g1 Isabel Seta em entrevista a Natuza Nery.

As conquistas mostram avanço na discussão sobre o patrimônio histórico, mas ainda falta ao Brasil o conhecimento sobre a quantidade exata de artefatos saqueados.

Além disso, o Brasil conquistou um assento em um dos principais comitês internacionais da ONU, que garante o cumprimento da convenção de 1970 da Unesco.

“Uma das intenções do Brasil é ampliar a lista de itens protegidos para incluir os fósseis que não são inventariados”, explica a repórter do g1 Isabel Seta em entrevista a Natuza Nery.

As conquistas mostram avanço na discussão sobre o patrimônio histórico, mas ainda falta ao Brasil o conhecimento sobre a quantidade exata de artefatos saqueados.

Além disso, o Brasil conquistou um assento em um dos principais comitês internacionais da ONU, que garante o cumprimento da convenção de 1970 da Unesco.

“Uma das intenções do Brasil é ampliar a lista de itens protegidos para incluir os fósseis que não são inventariados”, explica a repórter do g1 Isabel Seta em entrevista a Natuza Nery.

As conquistas mostram avanço na discussão sobre o patrimônio histórico, mas ainda falta ao Brasil o conhecimento sobre a quantidade exata de artefatos saqueados.

Além disso, o Brasil conquistou um assento em um dos principais comitês internacionais da ONU, que garante o cumprimento da convenção de 1970 da Unesco.

“Uma das intenções do Brasil é ampliar a lista de itens protegidos para incluir os fósseis que não são inventariados”, explica a repórter do g1 Isabel Seta em entrevista a Natuza Nery.

As conquistas mostram avanço na discussão sobre o patrimônio histórico, mas ainda falta ao Brasil o conhecimento sobre a quantidade exata de artefatos saqueados.

Além disso, o Brasil conquistou um assento em um dos principais comitês internacionais da ONU, que garante o cumprimento da convenção de 1970 da Unesco.

“Uma das intenções do Brasil é ampliar a lista de itens protegidos para incluir os fósseis que não são inventariados”, explica a repórter do g1 Isabel Seta em entrevista a Natuza Nery.

As conquistas mostram avanço na discussão sobre o patrimônio histórico, mas ainda falta ao Brasil o conhecimento sobre a quantidade exata de artefatos saqueados.


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