Embora não haja números específicos sobre os avanços da rastreabilidade de origem da carne suína no Brasil, cuja estimativa de produção é de 5,5 milhões de toneladas para 2025, a aplicação da tecnologia tem crescido no país. Além da segurança alimentar, para o consumidor essa adesão garante mais transparência sobre a classificação de raças como a Duroc, a produção sustentável e sobre a qualidade do produto.