Hantavírus pode causar complicações respiratórias e cardíacas

A OMS confirmou casos de hantavírus em passageiros de um navio internacional. A doença é transmitida principalmente por roedores e pode causar graves complicações respiratórias.
A OMS confirmou casos de hantavírus em passageiros de um navio internacional. A doença é transmitida principalmente por roedores e pode causar graves complicações respiratórias.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou casos de hantavírus em passageiros de um navio que saiu da Argentina em direção a Cabo Verde. Até o momento, três mortes foram registradas e autoridades internacionais monitoram possíveis novos casos.

A doença, chamada hantavirose, pode provocar complicações respiratórias e cardiovasculares graves em humanos.

🟢 Seis casos de hantavírus foram confirmados pela OMS
🟢 Três passageiros morreram após apresentarem sintomas da doença

O que é hantavírus?

O hantavírus é transmitido principalmente por roedores silvestres infectados, que eliminam o vírus pela urina, saliva e fezes.

A infecção em humanos pode evoluir para a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), condição que pode comprometer pulmões e coração.

Como ocorre a transmissão

A principal forma de contágio ocorre pela inalação de partículas contaminadas provenientes de excretas de roedores infectados.

Também há registros de transmissão:

  • Por contato com mucosas
  • Por ferimentos causados por roedores
  • Entre pessoas, em casos específicos registrados na Argentina e no Chile

Tratamento

Não existe tratamento específico contra o hantavírus. O atendimento é voltado ao controle dos sintomas e suporte médico, podendo incluir:

  • Oxigenoterapia
  • Ventilação mecânica
  • Internação em UTI
  • Medicamentos antivirais
  • Diálise em casos graves

Monitoramento internacional

Além dos passageiros do navio, países como França, Holanda, Singapura e Estados Unidos investigam casos suspeitos em pessoas que tiveram contato indireto com infectados.

A OMS informou que segue monitorando a situação e afirmou que o risco para a população em geral permanece baixo.

Diferença para outras epidemias

Especialistas da OMS reforçaram que o cenário atual é diferente da pandemia de Covid-19 e que não há indicação de uma nova epidemia global.

Mesmo assim, autoridades seguem monitorando possíveis novos casos devido ao longo período de incubação do vírus.


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