Manaus ganha novo empreendimento voltado à aviação privada

O empreendimento contará com hangares privativos, espaços para estacionamento de aeronaves, abastecimento no próprio local e áreas de apoio voltadas para negócios e recepção de clientes e convidados. A proposta é oferecer uma estrutura moderna e exclusiva para quem utiliza a aviação executiva na região Norte.

O Aeródromo São Joaquim, novo empreendimento voltado à aviação executiva no Amazonas, será lançado oficialmente na TranspoAmazônia 2026– III Feira e Congresso Internacional de Transporte e Logística. O projeto será um dos destaques do evento, entre os dias 27 e 29 de maio, no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus.

Durante a feira, o público poderá conhecer detalhes do empreendimento nos estandes 32 e 33. Organizada pela Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia (Fetramaz), a TranspoAmazônia 2026 reunirá empresas, investidores, especialistas, autoridades e principais representantes dos setores no país.

Localizado na BR-174, a cerca de 15 minutos de Manaus, o Aeródromo São Joaquim foi planejado para atender proprietários de aeronaves, empresários e operadores que precisam de mais praticidade, segurança e estrutura para operações aéreas privadas.

O empreendimento contará com hangares privativos, espaços para estacionamento de aeronaves, abastecimento no próprio local e áreas de apoio voltadas para negócios e recepção de clientes e convidados. A proposta é oferecer uma estrutura moderna e exclusiva para quem utiliza a aviação executiva na região Norte.

Além da pista para viagens, o projeto do Aeródromo São Joaquim inclui pátio de manobra amplo, controle de acesso 24 horas, segurança exclusiva, salas de reunião, restaurante executivo e lounge reservado para proprietários.

Os hangares poderão ser adquiridos em lotes privativos, o que permite diferentes formatos de operação aérea conforme a necessidade do cliente.

De acordo com os responsáveis pelo empreendimento, o objetivo é ampliar a infraestrutura da aviação privada no Amazonas e facilitar conexões estratégicas para negócios, turismo e operações empresariais na região.

Para o diretor de operação do projeto, Luiz Picão, o aeródromo surge para atender uma demanda crescente por estruturas mais completas e eficientes na Amazônia. “O Aeródromo São Joaquim foi pensado para atender um público que precisa de eficiência, segurança e autonomia operacional. Estamos falando de um empreendimento que amplia a capacidade de conexão da região e insere a aviação executiva em um novo patamar no Norte do país”, disse.

Já o diretor executivo, Lysson Barroso, afirma que a localização é um dos diferenciais. “A proximidade com Manaus e a posição na BR-174 tornam o empreendimento altamente competitivo. O São Joaquim nasce como uma estrutura preparada para apoiar negócios, receber operações executivas com discrição e contribuir para uma nova lógica de mobilidade e desenvolvimento na Amazônia”, declarou.


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